{"id":378,"date":"2025-02-11T18:10:31","date_gmt":"2025-02-11T21:10:31","guid":{"rendered":"https:\/\/abrap.org\/?p=378"},"modified":"2026-01-20T18:12:20","modified_gmt":"2026-01-20T21:12:20","slug":"sexualidade-infantil-freud-ou-ferenczi","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/2025\/02\/11\/sexualidade-infantil-freud-ou-ferenczi\/","title":{"rendered":"Sexualidade infantil: Freud ou Ferenczi?"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"378\" class=\"elementor elementor-378\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-91596a2 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"91596a2\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-650de68 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"650de68\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>A rela\u00e7\u00e3o com uma situa\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica na origem da somatiza\u00e7\u00e3o \u00e9 imediata: Ferenczi enfrentava conflitos significativos com Freud e outros membros do c\u00edrculo psicanal\u00edtico devido \u00e0 sua defesa de uma abordagem terap\u00eautica mais acolhedora e emp\u00e1tica entre analista e paciente, mas contudo, foi a rejei\u00e7\u00e3o de seu artigo intitulado \u201cConfus\u00e3o de l\u00ednguas entre os adultos e a crian\u00e7a: A linguagem da ternura e da paix\u00e3o, durante o Congresso Psicanal\u00edtico de Wiesbaden, em junho de 1932, que o abalou profundamente. Ele faleceu nove meses depois.<\/p>\n<h4>Leia Tamb\u00e9m:&nbsp;<a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20250322212913\/https:\/\/abrap.org\/ferenczi\/\">Sandor Ferenczi<\/a><\/h4>\n<p>O artigo s\u00f3 foi publicado em 1949, na Revista Internacional de Psican\u00e1lise, 10 anos depois da morte de Freud. Ferenczi tinha sido paciente de Freud e este, antes desses conflitos. tinha declarado que Ferenczi era seu disc\u00edpulo predileto.<br>O que havia de t\u00e3o perturbador no artigo de Ferenczi? Jean Laplanche no item Sedu\u00e7\u00e3o de seu Vocabul\u00e1rio de Psican\u00e1lise escreveu:<br>\u201cFerenczi descreveu como a sexualidade do adulto (a linguagem da paix\u00e3o) operava verdadeiramente uma efra\u00e7\u00e3o no mundo infantil (linguagem da ternura) O perigo desta renova\u00e7\u00e3o da teoria da sedu\u00e7\u00e3o estaria em voltar \u00e0 no\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anal\u00edtica da inoc\u00eancia sexual da crian\u00e7a\u2026\u201d (Pontalis &amp; Laplanche, p 614, sublinhado por mim)<\/p>\n<p>Ferenczi, neste artigo sobre as duas linguagens, trouxe de volta n\u00e3o apenas a inoc\u00eancia infantil, como Laplanche est\u00e1 dizendo, mas, ao mesmo tempo, tamb\u00e9m a realidade do abuso sexual incestuoso e a no\u00e7\u00e3o de trauma interrelacional.<br>Palavras de Ferenczi:<br>\u201cOu s\u00e3o os pais que tentam encontrar uma gratifica\u00e7\u00e3o substituta de forma patol\u00f3gica para suas frustra\u00e7\u00f5es, ou s\u00e3o pessoas consideradas confi\u00e1veis, como parentes (tios, tias, av\u00f3s), governantas ou empregados, que abusam da ignor\u00e2ncia e da inoc\u00eancia da crian\u00e7a. A explica\u00e7\u00e3o imediata \u2014 de que essas s\u00e3o apenas fantasias sexuais da crian\u00e7a, uma esp\u00e9cie de mentira hist\u00e9rica \u2014 infelizmente \u00e9 invalidada pelo n\u00famero de tais confiss\u00f5es, por exemplo, de ataques a crian\u00e7as, cometidos por pacientes que est\u00e3o realmente em an\u00e1lise. (\u2026) Uma forma t\u00edpica de sedu\u00e7\u00f5es incestuosas pode ocorrer assim: um adulto e uma crian\u00e7a se amam, com a crian\u00e7a alimentando a fantasia l\u00fadica de assumir o papel de m\u00e3e em rela\u00e7\u00e3o ao adulto. Essa brincadeira pode assumir formas er\u00f3ticas, mas permanece, no entanto, no n\u00edvel da ternura. N\u00e3o \u00e9 assim, entretanto, com adultos patol\u00f3gicos, especialmente se foram perturbados em seu equil\u00edbrio e autocontrole por algum infort\u00fanio ou pelo uso de drogas intoxicantes. Eles confundem a brincadeira das crian\u00e7as com os desejos de uma pessoa sexualmente madura ou at\u00e9 mesmo se permitem \u2014 independentemente de quaisquer consequ\u00eancias \u2014 serem levados por esses impulsos, ( Ferenczi, 1988, p . 201 )<br>Quem est\u00e1 certo, Freud ou Ferenczi? Vou procurar responder no decorrer deste artigo.<br>Na correspond\u00eancia com o amigo Fliess, na carta de 21\/09\/1997, Freud comunicou palavras que ficaram para a posteridade:<br>\u201cTenho de te confiar imediatamente o grande segredo que lentamente em mim se iluminou no decorrer dos \u00faltimos meses. J\u00e1 n\u00e3o acredito na minha neur\u00f3tica\u201d<br>Quer dizer, deixou ele de acreditar no que elas contavam: terem sido abusadas sexualmente pelo pai, quando crian\u00e7as.<br>Na pr\u00f3xima carta da correspond\u00eancia com Fliess, 24 dias depois, Freud se referiu pela primeira vez ao complexo de \u00c9dipo:<br>\u201cVeio-me \u00e0 mente apenas uma ideia geral que tenha valor geral. Encontrei em mim, como em toda parte, sentimentos de amor pela minha m\u00e3e e de ci\u00fames do meu pai, sentimentos que s\u00e3o penso comuns a todos jovens que se tornaram hist\u00e9ricos. Se \u00e9 bem assim, compreendemos, a despeito de todas as obje\u00e7\u00f5es racionais que se op\u00f5em a hip\u00f3tese de uma inexor\u00e1vel fatalidade, o efeito intenso do \u00c9dipo Rei\u201d<br>Por estas palavras, vemos que a ideia de Freud n\u00e3o veio de uma hora para outra, mas foi se alicer\u00e7ando, por um tempo, em observa\u00e7\u00f5es. Por que n\u00e3o a comunicou antes a seu amigo e confidente Fliess, a quem confiava tudo, e somente o fez 24 dias ap\u00f3s ter desacreditado suas pacientes? Aparentemente, Freud precisava eliminar uma para pode colocar a outra, como se fossem excludentes. Vamos ver ser isto se confirma<br>Apenas em 1910, Freud concebe, em Cinco Li\u00e7\u00f5es sobre a Psican\u00e1lise, que eram fantasias de suas pacientes:<br>\u201cQuando ent\u00e3o tive que reconhecer que estas cenas de sedu\u00e7\u00e3o n\u00e3o tinham nunca acontecido e que eram somente fantasias\u201d<br>Por fim, Freud reconheceu mais tarde, em 1925, que, com as fantasias de sedu\u00e7\u00e3o, tinha :<br>\u201cpela primeira vez encontrado o complexo de \u00c9dipo\u2019\u201d(citado por Pontalis &amp; Laplanche, p.613)<br>Aqui surge um problema s\u00e9rio: se a fantasia de abuso sexual \u00e9 fruto do complexo de \u00c9dipo da menina, o menino, que tamb\u00e9m tem complexo de \u00c9dipo, logicamente deveria ent\u00e3o ter a fantasia que sua m\u00e3e abusou sexualmente dele. Mas este \u201cmaterial cl\u00ednico\u201d nunca apareceu na psican\u00e1lise de Freud at\u00e9 Lacan.<br>\u00c9 not\u00e1vel que esta contradi\u00e7\u00e3o tivesse passado desapercebida no meio psicanal\u00edtico, o que prova a autoridade de Freud. No entanto, Freud sabia dela e procurou elimin\u00e1-la na Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Psicanalise, em 1917. A\u00ed ele desenvolveu que temos fantasias que foram herdadas de realidades ocorridos num passado arcaico. L\u00e1 existiu uma fam\u00edlia primitiva, onde um pai dominador fazia sexo com a filhas, mas a m\u00e3e n\u00e3o fazia sexo com os filhos de sexo masculino.<br>Freud n\u00e3o apresentou evid\u00eancias da exist\u00eancia desta fam\u00edlia primitiva e, hoje, sabemos que em mam\u00edferos machos ,que convivem com sua cria desde cedo, n\u00e3o h\u00e1 pr\u00e1tica de incesto. (Parker &amp; Parker, 1986; Pusey &amp; Wolf, 1996 ).<br>Simplificadamente, o leitor encontra na IA (ChatGPT) o seguinte:<br>\u201cO incesto entre pai e filhas \u00e9 extremamente raro entre mam\u00edferos na natureza, mas n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel. A maioria das esp\u00e9cies de mam\u00edferos possui mecanismos biol\u00f3gicos, comportamentais ou sociais que reduzem a probabilidade de cruzamentos consangu\u00edneos, incluindo entre pais e filhas\u201d<br>O alicerce que permitia sustentar que a menina tinha fantasias de incesto, mas n\u00e3o o menino, cai por terra, uma vez que esta fam\u00edlia primitiva, suposta por Freud, nunca existiu. Assim, o pensamento de Freud, de que as queixas de incesto, por parte de pacientes femininas, n\u00e3o passavam de fantasias, fica insustent\u00e1vel (porque, ent\u00e3o, pacientes masculinos deveriam ter tamb\u00e9m ).<br>Partimos da estranheza de Freud s\u00f3 ter mencionado o complexo de \u00c9dipo na correspond\u00eancia com Fliess, logo ap\u00f3s ele ter desacreditado suas pacientes. Vou procurar esclarecer esta quest\u00e3o<br>Freud afirmou em que a sexualidade infantil na fase f\u00e1lica \u00e9 igual \u00e0 sexualidade adulta, a menos de que, na menina, o erotismo \u00e9 clitoriano, n\u00e3o ainda vaginal.<br>\u201c\u2026a exist\u00eancia de uma \u2018organiza\u00e7\u00e3o genital\u2019 chamada f\u00e1lica, antes do per\u00edodo de lat\u00eancia, com a \u00fanica diferen\u00e7a relativamente a organiza\u00e7\u00e3o genital post-pubert\u00e1ria, de que para os dois sexos s\u00f3 um \u00f3rg\u00e3o genital conta: o falo\u201d (Pontalis &amp; Laplanche,p.241)<br>Palavras de Freud:<br>\u201cEssa fase f\u00e1lica \u00e9, ao mesmo tempo, a do complexo de \u00c9dipo.\u201d (Freud, 2025)<br>Se o incesto n\u00e3o \u00e9 fantasia, com vimos. ent\u00e3o, se a menina ama o pai e tem sexualidade semelhante \u00e0 de um adulto, ela iria, igual a um adulto, gostar das car\u00edcias er\u00f3ticas do pai. N\u00e3o h\u00e1 nisto nem sombra de abuso sexual. Quer dizer que o complexo de \u00c9dipo, com seus componentes er\u00f3ticos, destr\u00f3i o abuso sexual. Freud precisou negar a realidade do abuso sexual, afirmando que se tratava de fantasias, para que o complexo de \u00c9dipo pudesse existir<br>Ferenczi constatou a realidade do abuso sexual, mesmo incestuoso, e que as crian\u00e7as v\u00edtimas ficavam traumatizadas. Ent\u00e3o elas n\u00e3o gostaram, ent\u00e3o n\u00e3o poderiam ter uma sexualidade igual a de um adulto, tinham a linguagem da ternura, n\u00e3o a linguagem da paix\u00e3o. S\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel o trauma se existe um diferen\u00e7a entre o adulto e a crian\u00e7a, com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sexualidade. Consequentemente o complexo de \u00c9dipo n\u00e3o existe , porque nele as sexualidades do adulto e da crian\u00e7a s\u00e3o equivalentes.<br>N\u00e3o estou afirmando que n\u00e3o existe sexo na inf\u00e2ncia, apenas que ele \u00e9 bastante rudimentar, comparado a sexualidade p\u00f3s pubert\u00e1ria, e n\u00e3o tem a for\u00e7a de criar um complexo de \u00c9dipo, nem neurose, nem psicose, nem pervers\u00e3o.<br>Ferenczi fui um precursor dos tempos atuais. O abuso sexual voltou com o artigo inaugural de Roland Summit, A S\u00edndrome de Adapta\u00e7\u00e3o ao Abuso Sexual Infantil\u201d, de 1983, a no\u00e7\u00e3o de apego de John Bowlby equivale \u00e0 linguagem da ternura de Ferenczi, uma grande equipe, que tem Bessel van der Kolk e Onno van de Hart entre as principais figuras, desenvolveu a compress\u00e3o do trauma. As no\u00e7\u00f5es freudianas de desenvolvimento libidinal, fase oral, s\u00e1dico-anal, f\u00e1lica, complexo de \u00c9dipo, despareceram do gloss\u00e1rio das publica\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas internacionais p\u00f3s Lacan, (a menos de algumas poucas publica\u00e7\u00f5es francesas.) (1)<\/p><p><br><\/p><p><em style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; text-size-adjust: 100%; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; color: rgb(102, 102, 102); font-family: &quot;Open Sans&quot;, Helvetica, Arial, Lucida, sans-serif; text-align: justify;\">Notas<\/em><br style=\"color: rgb(102, 102, 102); font-family: &quot;Open Sans&quot;, Helvetica, Arial, Lucida, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;\"><em style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 14px; text-size-adjust: 100%; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; color: rgb(102, 102, 102); font-family: &quot;Open Sans&quot;, Helvetica, Arial, Lucida, sans-serif; text-align: justify;\">A ideia de Jean Laplanche de que espontaneamente n\u00e3o existiria uma sexualidade infantil, mas que esta seria implantada pela Sedu\u00e7\u00e3o proveniente do adulto, poderia levar a pensar que ele pensa como Ferenczi. Nada disto, pois uma vez implantada, para Laplanche, a sexualidade infantil passaria a existir com a mesma for\u00e7a que tinha em Freud. Em Ferenczi ela n\u00e3o existe nesta dimens\u00e3o.<\/em><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3488a61d e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"3488a61d\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3a04a3b4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3a04a3b4\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Bibliografia <\/strong><\/p><p>Ferenczi, S. (1988). Confusion of tongues between adults and the child: The language of tenderness and of passion. Contemporary psychoanalysis, 24(2), 196-206.<\/p><p>Freud S. L\u2019organisation g\u00e9nitale infantile. [consult\u00e9 le 06\/01\/2025. Disponible sur internet: http:\/\/psycha.ru\/fr\/freud\/1923\/genitale.html )<\/p><p>Parker, H., &amp; Parker, S. (1986). Father-daughter sexual abuse: An emerging perspective. American Journal of Orthopsychiatry, 56(4), 531.<br \/>PONTALIS, J. B., &amp; LAPLANCHE, J. (2001). Vocabul\u00e1rio da psican\u00e1lise. Santos: Martins.<br \/><br \/><\/p><p>Pusey, A., &amp; Wolf, M. (1996). Inbreeding avoidance in animals. Trends in Ecology &amp; Evolution, 11(5), 201-206.<\/p><p>\u00a0<\/p><p>[9] Freud S. L\u2019organisation g\u00e9nitale infantile. [consult\u00e9 le 16\/08\/2017]. Disponible sur internet:<br \/>http:\/\/psycha.ru\/fr\/freud\/1923\/genitale.html<br \/>[10]. Freud S. La disparition du complexe d\u2019\u0152dipe. [consult\u00e9 le 16\/08\/2017]. Disponible sur internet:<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-187f1866 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"187f1866\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1749323e e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"1749323e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7cb915d9 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7cb915d9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"690\" height=\"690\" src=\"https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Associacao-brasiliera-de-Psicterapia-Wilson-de-Campos-Vieira.jpg\" class=\"attachment-full size-full wp-image-358\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Associacao-brasiliera-de-Psicterapia-Wilson-de-Campos-Vieira.jpg 690w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Associacao-brasiliera-de-Psicterapia-Wilson-de-Campos-Vieira-300x300.jpg 300w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Associacao-brasiliera-de-Psicterapia-Wilson-de-Campos-Vieira-150x150.jpg 150w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Associacao-brasiliera-de-Psicterapia-Wilson-de-Campos-Vieira-650x650.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 690px) 100vw, 690px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-126ad57a e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"126ad57a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7dfb6bcf elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"7dfb6bcf\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Autor<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-56b5cfc8 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"56b5cfc8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4 class=\"et_pb_module_header\">Wilson de Campos Vieira<\/h4><p class=\"et_pb_member_position\">Psic\u00f3logo<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sandor Ferenczi morreu relativamente jovem, com 59 anos de idade, de anemia perniciosa. Adepto da psicossom\u00e1tica psicanal\u00edtica como sou, este fato despertou minha aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":379,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-378","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-materias"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=378"}],"version-history":[{"count":8,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":387,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/378\/revisions\/387"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/379"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=378"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=378"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=378"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}