{"id":310,"date":"2025-01-20T16:44:16","date_gmt":"2025-01-20T19:44:16","guid":{"rendered":"https:\/\/abrap.org\/?p=310"},"modified":"2026-01-20T19:16:52","modified_gmt":"2026-01-20T22:16:52","slug":"estilos-de-apego-impactos-na-formacao-de-vinculos-e-no-rompimento-saudavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/2025\/01\/20\/estilos-de-apego-impactos-na-formacao-de-vinculos-e-no-rompimento-saudavel\/","title":{"rendered":"Estilos de Apego: Impactos na Forma\u00e7\u00e3o de V\u00ednculos e no Rompimento Saud\u00e1vel"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"310\" class=\"elementor elementor-310\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-187db6d e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"187db6d\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f11df0b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f11df0b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><b><i>Autora: Lidia Rosalina Folgueira Castro<\/i><\/b><\/p>\n<p>Neste artigo daremos sequ\u00eancia iniciada em texto anterior, que abordou a rela\u00e7\u00e3o entre a capacidade de mentaliza\u00e7\u00e3o, descrita por Peter Fonagy [1] [2], e os conflitos em separa\u00e7\u00f5es litigiosas. Vale destacar que o conceito de mentaliza\u00e7\u00e3o proposto por Peter Fonagy se apoia em alguns pilares fundamentais. Dentre eles, possivelmente o mais importante, foi a teoria do apego, desenvolvida por John Bowlby [2] e ampliada por importantes contribui\u00e7\u00f5es de Mary Ainsworth [3] e Mary Main [4]. Nosso objetivo aqui \u00e9 apresentar de forma sucinta e inicial como os estilos de apego podem influenciar na forma\u00e7\u00e3o e rompimento do v\u00ednculo amoroso.<\/p>\n<p><br>A teoria do apego \u00e9 fundamental para compreendermos uma s\u00e9rie de quest\u00f5es fundamentais, incluindo os modelos internos operantes, que s\u00e3o as representa\u00e7\u00f5es mentais formadas na inf\u00e2ncia, com nossas figuras de apego em especial. Essas representa\u00e7\u00f5es moldam como percebemos o mundo, como interpretamos as inten\u00e7\u00f5es dos outros e como reagimos a elas. Influenciam, tamb\u00e9m, nossa forma\u00e7\u00e3o tanto em n\u00edvel intraps\u00edquico (a rela\u00e7\u00e3o com nossos sentimentos, pensamentos e emo\u00e7\u00f5es), quanto interindividual (nas rela\u00e7\u00f5es com os outros). Se conecta, tamb\u00e9m, \u00e0 nossa capacidade de mentaliza\u00e7\u00e3o, tal qual proposta por Peter Fonagy, que, como dito, vimos no artigo anterior e que, pela complexidade do tema, n\u00e3o nos estenderemos aqui.<\/p>\n<p><br>A teoria do apego e a capacidade de mentaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o interligadas. A mentaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a capacidade de compreender tanto os pr\u00f3prios estados mentais quanto o dos outros. Segundo Peter Fonagy, o apego seguro facilita essa capacidade, pois cria um meio acolhedor, no qual a crian\u00e7a poder\u00e1 explorar o mundo com seguran\u00e7a. O apego inseguro dificulta essa habilidade, muitas vezes distorcendo a forma como as pessoas interpretam seus comportamentos e inten\u00e7\u00f5es \u2013 bem como os dos demais \u2013 e regular suas pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><br>A teoria do apego nos auxilia, tamb\u00e9m, a compreender a psicopatologia de forma mais aprofundada, estudo que tem sido explorado em in\u00fameras obras, incluindo as de Antoine Guedeney [5],[6],[7] Neste artigo, nosso foco est\u00e1 nos relacionamentos amorosos, desde a escolha dos parceiros at\u00e9 a dissolu\u00e7\u00e3o do v\u00ednculo, seja ela saud\u00e1vel ou n\u00e3o. Duas obras significativas nessa \u00e1rea s\u00e3o as de Collins e Read [8], e Hazan e Shaver [9] dentre in\u00fameras outras.<\/p>\n<p><br>Mary Ainsworth descobriu dois tipos de apego em beb\u00eas\/crian\u00e7as: o apego seguro e o inseguro. O apego inseguro foi subdividido por ela em dois tipos: o inseguro ansioso e o inseguro evitativo. O apego seguro, segundo a autora, \u00e9 caracterizado pela confian\u00e7a no cuidador, promovendo a capacidade da crian\u00e7a em explorar o ambiente ao redor.<\/p>\n<p>&nbsp;Esses casos frequentemente resultam em rela\u00e7\u00f5es afetivas est\u00e1veis e confian\u00e7a nos parceiros rom\u00e2nticos na vida adulta. No apego inseguro ambivalente, h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o do beb\u00ea\/ crian\u00e7a, em ser abandonada. Os relacionamentos, posteriormente, tendem a ser caracterizados por uma inseguran\u00e7a emocional, onde a ambival\u00eancia afetiva \u00e9 um aspecto importante. No apego inseguro evitativo, as rela\u00e7\u00f5es tendem a ser constru\u00eddas de forma a evitar uma proximidade e depend\u00eancia, al\u00e9m de suprimir as emo\u00e7\u00f5es, principalmente em situa\u00e7\u00f5es de estresse<br>Posteriormente, Mary Main descobriu um novo tipo de apego inseguro, o apego desorganizado. Esse tipo de apego \u00e9 frequentemente ligado a experi\u00eancia precoces com os cuidadores, marcadas por viv\u00eancias de trauma e\/ou neglig\u00eancia. Miljkovitch [10] acrescentou uma importante contribui\u00e7\u00e3o ao constatar que o apego desorganizado pode surgir tamb\u00e9m em decorr\u00eancia de cuidadores que foram eles pr\u00f3prios negligenciados ou traumatizados, cujos comportamentos resultantes de suas experi\u00eancias podem gerar esse tipo de apego nos filhos.<\/p>\n<p><br>Os estilos de apego tendem a moldar os padr\u00f5es de intera\u00e7\u00e3o nos relacionamentos amorosos. Os indiv\u00edduos com padr\u00e3o de apego seguro, demonstram uma confian\u00e7a maior no v\u00ednculo e na comunica\u00e7\u00e3o com o parceiro. Tais aspectos contribuem para uma resolu\u00e7\u00e3o mais construtiva nos conflitos, tanto durante o v\u00ednculo quanto ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o, quando esta, por alguma raz\u00e3o, \u00e9 inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p><br>Por outro lado, os estilos de apego inseguro geram um desafio maior, principalmente quando os dois companheiros tem apego inseguro. No caso do apego ambivalente, por exemplo, h\u00e1 uma hipervigil\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o ao risco de abandono, o que pode levar a interpreta\u00e7\u00f5es distorcidas de a\u00e7\u00f5es do parceiro. Frequentemente, os ci\u00fames excessivos podem ser um exemplo da hipervigil\u00e2ncia, ou uma preocupa\u00e7\u00e3o excessiva quando o companheiro n\u00e3o responde imediatamente a alguma demanda, para citar alguns exemplos. O indiv\u00edduo nestas condi\u00e7\u00f5es normalmente toma satisfa\u00e7\u00f5es de forma hostil com o companheiro, frequentemente desencadeando um conflito sem bases reais, desgastando o relacionamento.<\/p>\n<p><br>No apego evitativo a pessoa tende a evitar a proximidade emocional, dificultando a intimidade. Acha dif\u00edcil tanto depender de algu\u00e9m e vice-versa. Imaginemos um casal composto por um dos companheiros com apego inseguro ambivalente e outro com apego inseguro evitante. Essa combina\u00e7\u00e3o pode resultar um uma din\u00e2mica dif\u00edcil, na qual um deles busca proximidade para se sentir seguro enquanto o outro busca justamente o oposto, o que propicia um terreno em que se construir\u00e3o frequentes desaven\u00e7as.<\/p>\n<p><br>O apego desorganizado reflete din\u00e2micas mais dif\u00edceis, complexas, influenciadas, numa maioria de casos, por traumas ou neglig\u00eancia na inf\u00e2ncia. Indiv\u00edduos com esse padr\u00e3o, t\u00eam tend\u00eancia a interpretar o comportamento do companheiro de forma distorcida, al\u00e9m de um padr\u00e3o de hiperreatividade exacerbada. Tal conjun\u00e7\u00e3o pode conduzir a conflitos intensos, com risco de s\u00e9rias agress\u00f5es verbais e, em alguns casos, f\u00edsicas. A inseguran\u00e7a gerada por esse tipo de apego pode dificultar a separa\u00e7\u00e3o definitiva, resultando em um relacionamento dif\u00edcil de romper. E, muitas vezes, a separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica n\u00e3o concretiza a separa\u00e7\u00e3o emocional, podendo haver uma tend\u00eancia a transpor as brigas intensas do relacionamento para o per\u00edodo de separa\u00e7\u00e3o. Esse padr\u00e3o frequentemente perpetua o v\u00ednculo, de forma inconsciente, ainda que por meio dos conflitos, nossa pr\u00e1tica cl\u00ednica e pericial, fundamentada na literatura da teoria do apego e da psican\u00e1lise contempor\u00e2nea, que j\u00e1 temos estudado e aprofundando ao longo dos anos [11], incluindo a an\u00e1lise realizada em nossa tese de doutorado sobre casais em conflito e padr\u00f5es de mentaliza\u00e7\u00e3o envolvidos, tem demonstrado que as din\u00e2micas presentes na origem dos v\u00ednculos amorosos frequentemente se refletem no momento da separa\u00e7\u00e3o. Os padr\u00f5es de apego tendem a influenciar significativamente como cada parceiro lida com o rompimento. Indiv\u00edduos com apego seguro costumam buscar solu\u00e7\u00f5es mais colaborativas, enquanto estilos de apego inseguros frequentemente intensificam os conflitos, dificultando uma resolu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica.<\/p>\n<p><br>O v\u00ednculo do ex-casal muitas vezes \u00e9 perpetuado ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o por meio de brigas, em especial se h\u00e1 filhos que servem de um elo e entre eles. Os filhos, inevitavelmente, s\u00e3o afetados pelos padr\u00f5es de apego e mentaliza\u00e7\u00e3o de seus pais. Quando os pais est\u00e3o presos a din\u00e2micas litigiosas, os filhos s\u00e3o colocados em situa\u00e7\u00e3o de uma lealdade dividida. Expostos a conflitos que n\u00e3o conseguem compreender ou sequer nomear, os filhos podem ter seu desenvolvimento emocional comprometido, incluindo sua capacidade de estabelecer v\u00ednculos saud\u00e1veis no futuro.<\/p>\n<p><br>A teoria do apego oferece diretrizes para interven\u00e7\u00f5es que podem melhorar a din\u00e2mica entre ex-parceiros e prevenir danos adicionais aos filhos. Existem estrat\u00e9gias psicoeducacionais que visam esclarecer aos pais como suas a\u00e7\u00f5es, emo\u00e7\u00f5es e afetos podem impactar as intera\u00e7\u00f5es com seus filhos. O livro instrutivo de Siegel e Hartzell [11] \u00e9 adequado para o p\u00fablico em geral. Al\u00e9m disso, v\u00e1rias obras focam na psicoterapia baseada no apego com indiv\u00edduos, casais e fam\u00edlias, como as de Susan Johnson et al. [11], que se concentram em ajudar os pais a identificar e melhorar seus estilos de apego. Outro aspecto importante, especialmente em separa\u00e7\u00f5es contenciosas, \u00e9 o desenvolvimento de uma coparentalidade cooperativa entre os pais, proporcionando maior seguran\u00e7a para as crian\u00e7as, conforme discutido por Aurisha Smolarski [12].<\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o.<br><\/b>Neste artigo vimos como os estilos de apego s\u00e3o adquiridos nas rela\u00e7\u00f5es iniciais com os cuidadores e como esses estilos de apego influenciam diversos aspectos de nossa exist\u00eancia. Ressaltamos como os estilos de apego influenciam tanto nossas rela\u00e7\u00f5es amorosas quanto a separa\u00e7\u00e3o. Pessoas com apego seguro, de modo geral, t\u00eam relacionamentos menos conflituosos, mesmo ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o. Isso n\u00e3o \u00e9 tipicamente o caso com o apego inseguro em todas as suas formas, mas especialmente com o apego desorganizado, onde a intensidade e a dura\u00e7\u00e3o dos conflitos tendem a impactar mais profundamente as crian\u00e7as.<\/p>\n<p><br>Compreender os estilos de apego \u00e9 importante para entender os padr\u00f5es de intera\u00e7\u00e3o nos relacionamentos e para intervir em contextos de conflitos mais acentuados. A teoria do apego fornece ferramentas essenciais para trabalhar com indiv\u00edduos, casais e fam\u00edlias em diferentes \u00e1reas: psicoeduca\u00e7\u00e3o, psicoterapia e promo\u00e7\u00e3o de uma parentalidade mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<p><br>O conhecimento sobre estilos de apego e sua aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica auxilia na resolu\u00e7\u00e3o de conflitos atuais, bem como para prevenir padr\u00e3o disfuncionais em gera\u00e7\u00f5es futuras, promovendo mais sa\u00fade emocional para os envolvidos.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-63a50ba e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"63a50ba\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-754dbd1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"754dbd1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><b>Bibliografia Citada<\/b><\/p><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">FONAGY, Peter; GERGELY, Gy\u00f6rgy; JURIST, Elliot L.; TARGET, Mary. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Affect Regulation, Mentalization, and the Development of the Self<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. New York: Other Press, 2002.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">FONAGY, Peter. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Attachment theory and psychoanalysis.<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">New York, 2001.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">BOWLBY, John. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">A Secure Base: Parent-Child Attachment and Healthy Human Development<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. New York: Basic Books, 1988.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">AINSWORTH, Mary D. S.; BLEHAR, M. C.; WATERS, E.; WALL, S. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Patterns of Attachment: A Psychological Study of the Strange Situation<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates, 1978.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\">\u00a0<\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">GUEDENEY, Antoine. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Petit enfance et psychopathologie<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Paris: Elsevier Masson, 2014.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">GU\u00c9DENEY, N.; GU\u00c9DENEY, A. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">L\u2019attachement: approche clinique<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Paris: Masson, 2010.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">GU\u00c9DENEY, N. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">L\u2019attachement: approche th\u00e9orique: Du b\u00e9b\u00e9 \u00e0 la personne \u00e2g\u00e9e<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Paris: Elsevier, 2016.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">COLLINS, Nancy L.; READ, Stephen J. Adult attachment, working models, and relationship quality in dating couples. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Journal of Personality and Social Psychology<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 58, n. 4, p. 644\u2013663, 1990.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">HAZAN, C.; SHAVER, P. Romantic love conceptualized as an attachment process. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Journal of Personality and Social Psychology<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 52, n. 3, p. 511\u2013524, 1987.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">CASTRO, Lidia Rosalina Folgueira. Disputa de guarda e visita: no interesse dos pais ou dos filhos? Porto Alegre: Artmed, 2013<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">MILJKOVITCH, Rapha\u00eble; DEBORDE, Anne-Sophie; BERNIER, Annie; CORCOS, Maurice; SPERANZA, Mario; PHAM-SCOTTEZ, Alexandra. Borderline personality disorder in adolescence as a generalization of disorganized attachment. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Frontiers in Psychology<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 9, p. 1962, 2018. Dispon\u00edvel em: <\/span><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3389\/fpsyg.2018.01962\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/doi.org\/10.3389\/fpsyg.2018.01962<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Acesso em: 14 jan.2025.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">SIEGEL, Daniel; HARTZELL, Mary. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Parentalidade Consciente: como o autoconhecimento nos ajuda a criar nossos filhos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. S\u00e3o Paulo: Editora N Versus, 2020.<\/span><\/li><\/ul><ul><li aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0JOHNSON, Susan et al. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Teoria do apego na pr\u00e1tica: terapia focada nas emo\u00e7\u00f5es com indiv\u00edduos, casais e fam\u00edlias<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Porto Alegre: Artmed, 2024.<\/span><\/li><\/ul><p><b><\/b><span style=\"font-weight: 400;\">SMOLARSKI, Aurisha. <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Cooperative Co-Parenting for Secure Kids<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. [Local n\u00e3o informado]: Editora Tanto, 2024.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A teoria do apego \u00e9 fundamental para compreendermos uma s\u00e9rie de quest\u00f5es fundamentais, incluindo os modelos internos operantes, que s\u00e3o as representa\u00e7\u00f5es mentais formadas na inf\u00e2ncia, com nossas figuras de apego em especial. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":311,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-310","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-recentes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/310","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=310"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/310\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":325,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/310\/revisions\/325"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/311"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=310"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=310"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=310"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}