{"id":349,"date":"2025-02-04T17:28:58","date_gmt":"2025-02-04T20:28:58","guid":{"rendered":"https:\/\/abrap.org\/?p=349"},"modified":"2026-01-20T19:17:26","modified_gmt":"2026-01-20T22:17:26","slug":"ferenczi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/2025\/02\/04\/ferenczi\/","title":{"rendered":"FERENCZI"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"349\" class=\"elementor elementor-349\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8ce60b9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"8ce60b9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-562791f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"562791f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>Descrito como um homem criativo, vivaz, intuitivo e curioso, denominado por Freud o Paladino e Gr\u00e3o-vizir, mas tamb\u00e9m o Enfant terrible da psican\u00e1lise, Ferenczi \u00e9 considerado um psicanalista brilhante e talentoso, e seus trabalhos continuam despertando a aten\u00e7\u00e3o dos estudiosos.<\/p><p>S\u00c1NDOR FERENCZI nasceu em 07 de julho de 1873 em Miskolc , na Hungria. Filho de imigrantes poloneses, era o oitavo de uma fam\u00edlia de onze filhos.<\/p><p>Seu pai foi condecorado por conduta her\u00f3ica em guerra local e conseguiu permiss\u00e3o para instalar-se como livreiro em Miskolc. Trabalhando como livreiro e editor; editou os trabalhos de Michael Tompa, pastor protestante e um dos principais poetas da resist\u00eancia h\u00fangara. A livraria era frequentada por outros editores, poetas, escritores e grandes autores franceses que influenciaram a forma\u00e7\u00e3o de Ferenczi. Sua casa era um lugar de encontro de artistas h\u00fangaros e estrangeiros; onde se discutia filosofia, pol\u00edtica, literatura e escutava-se m\u00fasica de c\u00e2mara em fam\u00edlia; um ambiente prop\u00edcio aos estudiosos e pensadores.<\/p><p>R\u00f3sa, m\u00e3e de S\u00e1ndor Ferenczi, \u00e9 descrita como uma mulher valente que, depois de vi\u00fava, soube se ocupar dos onze filhos e administrar muito bem a livraria; Ferenczi queixava-se da severidade de sua m\u00e3e.<\/p><p>Ferenczi estudou, e foi aluno brilhante, no col\u00e9gio protestante de sua cidade. Cursou MEDICINA em Viena, formou-se em 1894 e prestou servi\u00e7o militar no ex\u00e9rcito. Posteriormente instalou-se em Budapeste em 1897, trabalhando inicialmente no Hospital St. Roch como cl\u00ednico geral. Em 1900 foi trabalhar no servi\u00e7o de neuropsiquiatria do Hospital Elizabeth e se instalou na cl\u00ednica privada atuando como neurologista. Em 1907 estabeleceu contato com C.G. Jung em Zurick e a partir desse contato lan\u00e7ou-se na t\u00e9cnica de associa\u00e7\u00e3o de ideias. Conheceu a obra freudiana \u201cA interpreta\u00e7\u00e3o dos sonhos\u201d e ficou maravilhado.<\/p><p>Seu primeiro contato com Freud se deu em 1908, o ano de ingresso de Ferenczi na Psican\u00e1lise, e a partir desse momento seguiu estudando, trabalhando e produzindo com curiosidade, criatividade e dedica\u00e7\u00e3o, tornando-se um psicanalista e te\u00f3rico muito produtivo, disc\u00edpulo de Freud e devoto da psican\u00e1lise.<\/p><p>Ferenczi casou-se com Gizella P\u00e1los, conhecida de sua fam\u00edlia desde muito jovem, que j\u00e1 tinha sido casada e era oito anos mais velha que ele. Gizella foi uma companheira e grande admiradora de Ferenczi, que havia sido seu analista no inicio de sua carreira. Foi uma grande colaboradora da psican\u00e1lise, apoiava a ideia e era muito conhecida de Freud.<br \/>Devido a algumas quest\u00f5es relacionadas ao casamento, Ferenczi pede a Freud que seja seu analista e essa an\u00e1lise ocorre em tr\u00eas ocasi\u00f5es entre os anos de 1914 e 1916.<\/p><p>Ferenczi participou das atividades do movimento psicanal\u00edtico desde o in\u00edcio, fez parte do primeiro circulo de jovens analistas orientados por Freud. Muito criativo e produtivo foi nomeado para a c\u00e1tedra de ensino da psican\u00e1lise na universidade, que foi criada pela primeira vez no mundo em Budapeste, vigorando at\u00e9 o momento em que a Hungria caiu em m\u00e3os ditatoriais. Nesse momento os representantes da escola h\u00fangara de psican\u00e1lise come\u00e7aram a emigrar. Berlin torna-se, ent\u00e3o, o centro do movimento freudiano.<\/p><p>Por volta de 1919, Ferenczi empenhou-se em estudar uma reforma da t\u00e9cnica psicanal\u00edtica, desenvolvendo primeiro a t\u00e9cnica ativa e depois a an\u00e1lise m\u00fatua. Ap\u00f3s, entre outros trabalhos importantes, dirigiu sua aten\u00e7\u00e3o para a \u201cteoria do trauma\u201d, denunciando a hipocrisia da corpora\u00e7\u00e3o anal\u00edtica em seu texto famoso de 1932, intitulado \u201cconfus\u00e3o de l\u00ednguas entre adultos e crian\u00e7as\u201d.<\/p><p>S\u00e1ndor Ferenczi morre perto de completar 60 anos, em 22 de maio de 1933 sofrendo de Anemia perniciosa. Acreditava-se, na \u00e9poca, que essa doen\u00e7a causava dem\u00eancia; hoje conhecida como uma doen\u00e7a autoimune, causada pela defici\u00eancia de vitaminas B12., com sintomas neurol\u00f3gicos dela decorrentes, tais como formigamento, diminui\u00e7\u00e3o de sensibilidade, altera\u00e7\u00f5es cognitivas e de for\u00e7a. Aproveitou-se dessa doen\u00e7a para desacreditar Ferenczi.<\/p><p>Freud escreve seu necrol\u00f3gio de Ferenczi em 1933. Foram 25 anos de uma rela\u00e7\u00e3o de amizade e trabalho, comprovadas pela intensidade nas 2.500 cartas escritas pelos dois, onde trocavam e discutiam inven\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e cl\u00ednicas, com algumas confidencias pessoais, cartas que foram publicadas em tr\u00eas volumes em edi\u00e7\u00e3o francesa.<\/p><p>Michael Balint (1991) constatou: \u201c&#8230;. Foi o primeiro a quem Freud chamou, em suas cartas, de \u201ccaro amigo\u201d. Freud, no obtu\u00e1rio de Ferenczi, faz uma men\u00e7\u00e3o \u00e0 sua esposa Gizella, por ter tolerado a intensidade de sentimentos entre ele e Ferenczi.<\/p><p>Al\u00e9m de muito artigos que foram publicados em uma cole\u00e7\u00e3o de quatro livros denominado \u201cObras Completas\u201d, Ferenczi escreveu Thalassa, a teoria da genitalidade e o Di\u00e1rio Cl\u00ednico, que foi escrito at\u00e9 1932 e publicado em somente em 1969, 37 anos depois de sua morte.<\/p><p>Os disc\u00edpulos de Ferenczi: Alice Balint, Michael Balint e Vilma Kov\u00e1cs leram todos os trabalhos e os entregaram \u00e0 Sra. Ferenczi. O desacordo de id\u00e9ias entre Freud e Ferenczi criou uma atmosfera com repercuss\u00f5es negativas. Esses disc\u00edpulos de Ferenczi recolheram o material, organizaram e publicaram o volume III e IV das Obras completas. Michael Balint, na Introdu\u00e7\u00e3o ao Di\u00e1rio de S\u00e1ndor Ferenczi conta:<\/p><p>\u201c Freud, naturalmente, n\u00e3o s\u00f3 foi informado da nossa inten\u00e7\u00e3o como recebeu todo o material at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o publicado. Podemos afirmar que ele acompanhou o nosso trabalho com interesse e n\u00e3o imp\u00f4s obje\u00e7\u00f5es a qualquer parte do texto que propunhamos, pelo contr\u00e1rio, expressou sua admira\u00e7\u00e3o pelas id\u00e9ias de Ferenczi, que at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o conhecia\u201d.<br \/>A impress\u00e3o foi conclu\u00edda poucos dias antes da \u201cAnschluss\u201d (reintegra\u00e7\u00e3o) adotada pelos nazistas para designar a anexa\u00e7\u00e3o da \u00c0ustria pela Alemanha ap\u00f3s o golpe nazista de 1938. Balint saiu de Budapeste para a Inglaterra em 1939 levando o Di\u00e1rio e as cartas, a pedido da Sra. Ferenczi, que pediu a ele que guardasse tudo para quando fosse poss\u00edvel publicar. As \u201cFinal Contributions\u201d foram publicadas em 1955, mas a acolhida n\u00e3o foi boa e Balint decidiu aguardar mais um pouco.<\/p><p>Em 1957 saiu o terceiro volume da biografia de Freud, escrita por E. Jones, contendo um ataque violento contra Ferenczi, o que corroborou para o n\u00e3o lan\u00e7amento de publica\u00e7\u00f5es ferencziana, pelo clima desfavor\u00e1vel que foi criado.<br \/>Em 1969 Balint explica que a raz\u00e3o do di\u00e1rio ser lan\u00e7ado nessa data era que seria lan\u00e7ado, mais ou menos no mesmo momento que a correspond\u00eancia entre Freud e Ferenczi, selecionada e editada conjuntamente entre Ernest Freud e ele. E completa:<\/p><blockquote><p>\u201c Este fato pode ser considerado o s\u00edmbolo de que as ondas do doloroso desacordo que toldou os dois ou tr\u00eas \u00faltimos anos da amizade entre esses dois grandes homens se acalmaram o suficiente para permitir ao mundo psicanal\u00edtico julgar as diferen\u00e7as reais de um modo imparcial, mas benevolente.\u201d<\/p><\/blockquote><p>Judith Dupont escreve no pref\u00e1cio do Di\u00e1rio Cl\u00ednico, que o pr\u00f3prio \u201cDi\u00e1rio de Ferenczi fornece a prova evidente, se \u00e9 que esta \u00e9 necess\u00e1ria, da integridade de sua sa\u00fade mental\u201d; inclusive, como Ferenczi escreve no final do Di\u00e1rio, \u201cn\u00e3o consegui recorrer ao ref\u00fagio da loucura e sofre com isso\u201d.<\/p><p>A obra ferencziana \u00e9 muito estudada em nosso dias, e nas leituras observamos o quanto de atual tem al\u00ed guardado. Teresa Pinheiro nos mostra dos pensamentos feministas ele trazia, uma preocupa\u00e7\u00e3o com a mulher, com sua situa\u00e7\u00e3o cultural na \u00e9poca, seu sofrimento por causa do modelo que a sociedade impunha \u00e0s mulheres. Ele preocupou-se em ajudar os oprimidos; al\u00e9m de escutar os problemas das mulheres preocupou-se com uma medicina social, em socorrer os exclu\u00eddos e marginais, saiu em defesa dos homossexuais num texto corajoso \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica de Budapeste. Ferenczi procurava na psican\u00e1lise os meios de aliviar o sofrimento dos pacientes, dos casos mais dif\u00edceis, que ainda n\u00e3o eram pensados como poss\u00edveis pela teoria psicanal\u00edtica.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3776f00 e-grid e-con-full e-con e-child\" data-id=\"3776f00\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b482b2a elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"b482b2a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"200\" height=\"247\" src=\"https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Ferenczi-1.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-372\" alt=\"ABRAP-Ferenczi 1\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d5e215f elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"d5e215f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"196\" height=\"275\" src=\"https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Ferenczi-2.jpg\" class=\"attachment-large size-large wp-image-373\" alt=\"ABRAP-Ferenczi 2\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-10b969e e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"10b969e\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-67f1ed68 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"67f1ed68\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><b>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/b><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Ferenczi, S\u00e1ndor \u00a0 Di\u00e1rio Cl\u00ednico.\u00a0 S\u00e3o Paulo, Martins Fontes,1990.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Pinheiro, Teresa \u00a0 Ferenczi \u00a0 S\u00e3o Paulo: Casa do Psic\u00f3logo, 2016. (Cole\u00e7\u00e3o cl\u00ednica psicanal\u00edtica)<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Roudinesco, Elizabeth \u00a0 Dicion\u00e1rio de psican\u00e1lise. Rio de Janeiro, Zahar, 1998.\u00a0<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d55d913 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"d55d913\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7986e8c e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"7986e8c\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cb481bd elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"cb481bd\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"801\" src=\"https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Franca-Benedetti.jpg\" class=\"attachment-full size-full wp-image-359\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Franca-Benedetti.jpg 800w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Franca-Benedetti-300x300.jpg 300w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Franca-Benedetti-150x150.jpg 150w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Franca-Benedetti-768x769.jpg 768w, https:\/\/abrap.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/ABRAP-Franca-Benedetti-650x650.jpg 650w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2c7fd11 e-con-full e-flex e-con e-child\" data-id=\"2c7fd11\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fa8f443 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fa8f443\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Autora<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-06a8b8e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"06a8b8e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p class=\"p1\">Franca Benedetti<br \/>Psic\u00f3loga<br \/>francambga@uol.com.br<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descrito como um homem criativo, vivaz, intuitivo e curioso, denominado por Freud o Paladino e Gr\u00e3o-vizir, mas tamb\u00e9m o Enfant terrible da psican\u00e1lise, Ferenczi \u00e9 considerado um psicanalista brilhante e talentoso, e seus trabalhos continuam despertando a aten\u00e7\u00e3o dos estudiosos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":353,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-349","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-materias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=349"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":376,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/349\/revisions\/376"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/353"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/abrap.org\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}